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Os servidores da área da saúde pública de Sergipe realizaram uma Paralisação Unificada na ultima quarta-feira, 25 de julho. A manifestação de advertência que reuniu mais de dez sindicatos ligados à saúde fez a defesa dos trabalhadores, que reivindicam a implantação de um plano de carreira e um plano de cargos e salários que atenda aos interesses de todas as categorias vinculadas à Secretaria de Estado da Saúde.

Servidores paralisam atividades

Foram paralisadas 50% das atividades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência 192 (SAMU) e 70% dos serviços no Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE). O objetivo dos servidores da saúde é pressionar o Governador Marcelo Déda para que haja negociação, pois já são dois anos de falácias sem nenhuma proposta digna apresentada pelo Governo.

Durante a manifestação, Samanta Bicudo, membro do Comando Unificado de Mobilização dos Servidores da Saúde, denunciou a perseguição aos servidores. “Aqueles que reivindicam são perseguidos indiretamente: há troca de setores, encontram dificuldades para trabalhar… Enfim, o servidor, de forma geral, não pode reivindicar porque acaba marcado e visto como um mau profissional e isto é perseguição”, analisa Bicudo.

No entanto, o medo às perseguições não venceu a vontade e necessidade de mudança na gestão da saúde pública. Por isso, centenas de servidores da saúde realizaram uma caminhada do HUSE até a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), protestando contra a superlotação, denunciando a precariedade do atendimento nas unidades de saúde pública e pedindo um basta às ingerências e ao descaso do Governo Estadual com a saúde pública e seus trabalhadores.

Para a presidente do CRESS Sergipe, Vera Nubia, a defesa pela saúde pública precisa estar na pauta de todos os profissionais, ao mesmo tempo que parabeniza a presença dos assistentes sociais nessa luta.

” O Conselho Regional de Serviço Social da 18ª Região – Sergipe, Gestão “Unir forças para avançar nas lutas” (2011-2014) solidariza-se com as lutas de trabalhadores da saúde, com destaque para assistentes sociais, reafirmando total apoio a lutas desses profissionais em todos os níveis, com vistas a defesa de uma saúde pública de qualidade e das melhores condições de trabalho para todos/as os/as profissionais, e também reconhecendo a paralisação de atividades como uma estratégia legítima de trabalhadores para assegurar a ampla divulgação da situação vivenciada por usuários e trabalhadores da saúde”, afirma Vera Nubia.

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