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reforma trabalhistaDesde a iminência do Golpe que tem destruído o Brasil, em 2015, o CRESS Sergipe permanece nas ruas, na ação política e na articulação com outros segmentos lutando em defesa da democracia, contra os retrocessos e afirmando o que se torna mais claro a cada dia: O GOLPE É E SEMPRE FOI CONTRA O TRABALHADOR.

Na última terça-feira, 11, o Brasil assistiu 50 “Senadores da Republica” aprovarem a reforma trabalhista massacrando os trabalhadores de forma cruel e fazendo ressurgir a relação capital-trabalho a níveis próximos ao período da revolução industrial. Com a reforma, o trabalhador não tem mais carga horária definida, a jornada de trabalho poderá ser fracionada, e a negociação entre empregado e patrão passa a ter mais valor do que aquilo que está previsto na legislação.

No dia seguinte à aprovação da nefasta reforma trabalhista – mais uma etapa do golpe – o Juiz Sérgio Moro divulgou a sentença do julgamento do caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenando-o a mais de 9 anos de prisão por meio de um julgamento notadamente político e sem provas que atestem a materialidade do crime, ou seja, um ataque frontal as liberdades democráticas do nosso país. A condenação se deu após intensa caçada judicial e sobretudo midiática, cujo objetivo é desestabilizar as forças progressistas.

A condenação foi tendenciosa, acusatória e perseguidora e desde o início do processo de investigação representa uma parte importante do projeto neoliberal e de massacre da classe trabalhadora que foi coroado na última terça-feira, 11, com a aprovação da reforma trabalhista, mas que tem ainda em seu bojo a reforma da previdência, a terceirização, a PEC do limite dos gastos públicos e todo o desmonte das políticas sociais desde a tomada do governo federal pelo presidente ilegítimo Michel Temer.

Assim, repudiar a arbitrária e infundada condenação do ex-presidente não se trata de defesa partidária, mas de luta pelo Estado Democrático de Direito no Brasil.

O processo de impeachment que foi forjado para impedir que as investigações policiais chegassem aos grandes criminosos do cenário político brasileiro, consolidando o GOLPE, escancarou a fragilidade da nossa democracia e o poder exercido por uma elite econômica e política. Após a midiatização dos casos de corrupção envolvendo setores da política e da polícia, a mídia, empresários e, vergonhosamente, o judiciário, a população brasileira paira no descrédito nas instituições públicas.

Mas não podemos permitir que a desesperança se torne maior que nosso desejo de transformação. O momento é de unificar a esquerda e as forças progressistas por todo o país, mostrar força na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras, dos direitos sociais e do restabelecimento da nossa democracia.

Assim, o CRESS Sergipe conclama a todos os/as assistentes sociais que, neste momento desafiador, permaneçam em riste, nas ruas até que os direitos da população – os nossos direitos – sejam devolvidos. Vamos permanecer na luta, na rua, na praça, liberando nosso grito e divulgando nosso compromisso até que se realizem eleições gerais e diretas, pondo fim ao regime de exceção que o país vivencia neste momento e restabelecendo a democracia.

Não à Reforma Trabalhista! Contra o Fim da CLT! Justiça para Lula! Democracia! Fora Temer! Diretas Já!

Aracaju, 13 de julho de 2017

Conselho Regional de Serviço Social – 18a. Região – Sergipe
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