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Construir uma agenda mundial em defesa da universalização da Seguridade Social, garantindo a prevalência dos direitos humanos, da proteção social aos/às trabalhadores/as com direito ao trabalho, à saúde e à educação para todos. Defendendo este objetivo, a presidente do CFESS Ivanete Boschetti foi uma das palestrantes da Videoconferência preparatória para a I Conferencia Mundial de Sistemas Universais de Seguridade Social, que ocorrerá de 1º a 5 de dezembro de 2010, em Brasília (DF).

Dividido em dois blocos de painéis, o evento contou também com representantes do Ministério de Saúde, do Ministério da Previdência Social, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Ministério do Trabalho e Emprego. Ainda, por videoconferência, participaram o representante da União Européia Juan Garay e o Diretor do Instituto de Pesquisas das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Social Il Cheong Yi.

A primeira edição da Conferência Mundial terá a meta de “estruturar as agendas políticas pela universalidade do direito à seguridade social nos âmbitos nacionais e internacionais”. Segundo a organização da Conferência, “o momento de crise internacional e nacional exige um aprofundamento estratégico da perspectiva universalista e o lançamento de uma agenda internacional que crie uma alternativa de garantia dos direitos humanos em seguridade social no marco de um desenvolvimento humano integral”.

Nesse sentido, a presidente do CFESS afirmou que defender a universalização da Seguridade Social nos dias de hoje é um dos principais desafios da humanidade, uma vez que essa área constitui um dos principais espaços de garantia de direitos para os/as trabalhadores/as. “Falar em Seguridade Social é reconhecer os avanços que foram conquistados pela classe trabalhadora desde a crise de 29, bem como refletir sobre os imensos desafios que devem e podem ser assumidos mundialmente para ampliar e universalizar direitos”, reforçou. Segundo ela, a situação na América Latina e no Caribe é drástica, já que 62% dos trabalhadores não contribuem para a seguridade social e não tem direito aos benefícios decorrentes de contribuição como a proteção previdênciária. Só no Brasil, são 11 milhões de trabalhadores ocupados que não contribuem e não terão acesso à previdência social e a benefícios como aposentadoria, pensões, seguro-desemprego.

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