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001Assistentes sociais se somaram ao conjunto da classe trabalhadora, aos movimentos sociais, sindicais e juventude para dizer não à PEC 241, durante ato na tarde desta quinta-feira, 20. Se aprovada, a proposta irá congelar os investimentos em políticas públicas como educação, saúde, segurança pública e assistência social pelos próximos 20 anos. Como entidade representativa da categoria, o CRESS/SE se somou à luta.

A iniciativa é do Comitê Sergipano contra a PEC 241, articulação de entidades e movimentos que reúne a Seccional Sergipe da Ordem dos Advogados do Brasil, segmentos da Igreja Católica, a exemplo do Conselho Nacional do Laicato, e uma diversidade de movimentos sociais, entidades populares, sindicatos e centrais sindicais, coletivos estudantis, de juventude e de direitos humanos.

O objetivo foi sensibilizar a população a respeito dos impactos da medida na vida da classe trabalhadora e da população mais vulnerável, bem como pressionar os deputados federais e senadores sergipanos a votar contra a PEC. A proposta já foi aprovada em primeira votação na Câmara de Vereadores e ainda será votada em duas sessões no Senado Federal.

Durante o ato, a presidente do Conselho Regional de Serviço Social (CRESS/SE), Itanamara Guedes, repudiou a PEC 241 e destacou os prejuízos da medida para o conjunto da classe trabalhadora. “Nós assistentes sociais, que trabalhamos diretamente com as políticas sociais, que trabalhamos diretamente com o povo, sabemos do mal que essa PEC vai trazer, sabemos as consequências do congelamento do investimentos sociais e o quanto isso vai acelerar o processo de pauperização e aumentar a miséria no nosso país”, destacou.

Itanamara lamentou ainda alguns dos tantos retrocessos impostos pela agenda reacionária do governo ilegítimo de Michel Temer. “Em nome do CRESS, manifesto nosso repúdio também a todas as reformas e medidas do Governo Michel Temer, que ressuscitou o primeiro damismo e que tem destruído a política de assistência social, importante política que atende diversos segmentos vulneráveis da nossa sociedade: a juventude, os idosos, as mulheres, os trabalhadores rurais, entre outros”, destacou, estendendo o repúdio da categoria à Lei da Mordaça, à reforma do ensino médio, à reforma da previdência e à reforma trabalhista.

Por fim, Itanamara conclamou a classe trabalhadora à resistência em defesa da democracia e contra os retrocessos e destacou ainda o papel da sociedade na pressão para que a PEC 241 não seja aprovada. “Nós trabalhadores precisamos resistir contra esse golpe, mas também mostrar nosso repúdio contra a bancada de deputados federais de Sergipe que votaram favorável à PEC, assim como aqueles senadores golpistas”, finalizou.

 

 

 

 

 

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